sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Eu Ouvi e Vi!

 Professor tem que trabalhar de estocador para sobreviver no Brasil.

Diálogo no supermercado Assai na Praia Grande-SP. 
Rapaz repositor de arroz para o outro do lado:
 -Novo aqui? 
-Não. 
-Sempre trabalhou nisso.
 -Não, sou professor. 
-Ah, de capoeira? 
 - De matemática.
 -Tá sem emprego? 
 -Não, dou aula a noite e de dia tô aqui.
 -Sinto muito cara.

quinta-feira, 25 de julho de 2019


O "MISTÉRIO" ENTROU CEDO EM MINHA VIDA .

Acho que comecei a escrever livros porque sempre li muito.
Comecei a ler histórias de detetive/policial/mistério ou , como dizem os franceses roman noir "novela negra",  aos dez anos de idade quando mudamos para uma nova casa. O vizinho tinha um porão onde ele armazenou uma quantidade enorme de revistas que trouxe da casa do pai depois que casou.
A sogra dele , amiga da minha mãe , me deixou pegar emprestado todas as revistas que eu quisesse. Ela achava engraçado uma menina tão pequena se interessar em ler aquelas revistas.
Nessa época já havia me apaixonado por Agatha Christie cujos livros emprestava da biblioteca do colégio ( é naquela época as escolas tinham pequenas bibliotecas) . Como aprendi a ler sozinha com seis anos , minha diversão era a leitura. Ganhei aos sete anos a coleção de Monteiro Lobato e daí em diante me tornei uma leitora voraz. Lia tudo o que caia nas minhas mãos . Na casa da tia Olga eu lia os Gibis, todos os da época: Super Homem,O Fantasma, Mandrake, Revista do Mickey, Pateta, Pato Donald, O zorro ( os dois , o de espada e o do cavalo Silver) , Fotonovelas , Seleções Reader's Digest e  outras que não lembro mais  o nome. 
Mas o gosto pelos romances negros que trago comigo até hoje começou com as revistas daquele porão :  X-9 , Meia Noite e Mistério Magazine de Ellery Queen. 
Fui inoculada com o vírus do "mistério" e até hoje sou viciada e não quero me curar.
Uma curiosidade é que naquela época lia contos na Ellery Queen e gostava de uma tal de Patricia Highsmith , que nos meus dez anos e ainda sem saber inglês, não sabia pronunciar o nome corretamente, mas ficava toda contente quando o número que caía em minhas mãos tinha aquela autora.
Continuei anos afora lendo e lendo e lendo e nos dias de hoje leio até mais do que imaginaria poder ler em criança porque leio também em espanhol o que ampliou minhas leituras porque não dependo mais de traduções.
E mais , porque hoje em dia se pode baixar um livro em PDF, os e-books, e ler em qualquer lugar, no Tablet, no Kindle, no Smarthphone e no Computador e até encontrar revistas antigas digitalizadas, como as da foto abaixo, tornar a ler e voltar aos tempos de infância.
Apesar de ter lido muito escritores americanos na Ellery Queen hoje não sou muito fã da literatura noir norte-americana .Gosto de alguns poucos como Donna Leon , que  apesar de ter nascido em New Jersey é mais  Veneziana como o seu Commissario Guido Brunetti. Mas como fui introduzida no mundo do 'mistério' pelas mãos de  Poirot e Miss Marple tenho uma 'queda' pelas escritoras(es) inglesas (es) e mais recentemente também pelas(os) escritoras(es) escandinavas(os) que são editadas em espanhol. 
Sou mais ligada em desvendar os mistérios e seguir as pistas do que em violência e sangue onde a vitima é 99% das vezes mulheres e os assassinos quase sempre psicopatas. Desses eu fujo porque já vivo em um mundo doente e não preciso ver essas violências retratadas em ficção. 
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sábado, 20 de julho de 2019

O Homem chegou na Lua há 50 anos.




E chegamos na Lua há 50 anos atrás . A humanidade deu um grande passo , mas a maioria dos homens ainda não saíram das cavernas.

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Historiadora por profissão. Escritora por destino .Viajante no mundo por acaso. Fotógrafa amadora por paixão.